27 de abril de 2016

Somos todos divergentes



Sempre acreditei que em cada pessoa existe algo de especial e, não minto, acredito nisso até hoje. Conheci pessoas animadas, extrovertidas e que não calavam a boca um segundo só e sempre as achei fantásticas, animadas e fáceis de se apegar. Também conheci pessoas caladas, silenciosas e até misteriosas, tímidas e quietas e também sempre as achei fantásticas, porque eu via algo que talvez nem todos vissem: uma identidade, um jeito próprio. E se eu for falar sobre o tanto de "jeitos" que existem por aí eu demoraria muito tempo. 

O fato é que cada pessoa tem algo especial em si. Se o mais extrovertido anima a todos, também é bom conversar com o mais calado, aquele que escuta mais. Se aquele que se amostra é visto muitas vezes como "soberbo", ele também é engraçado, também pode ser amigo. Se o que não é muito "preocupado" com as amizades, ele também pode ser essencial. E é! Nós não precisamos buscar ser algo que não somos só porque acreditamos que se formos diferente as pessoas irão gostar mais de nós. Não é assim que funciona porque cada pessoa tem algo importante em si, em sua vida, mesmo que, muitas vezes, a pessoa não veja a si mesma.

Além disso, também não precisamos ser uma coisa só o tempo todo. Ninguém é um só. Um dia dá vontade de dançar em casa, com música ou sem. As vezes queremos conversar e só conversar uma conversa boa e animada, outras vezes o silêncio parece ser mais confortável. Ninguém é só raiva e estresse e, se for, tem algo de errado aí! Todos temos virtudes e se "exercitarmos" somente uma delas, não dá certo.

OBS.: O livro/filme Divergente trata justamente essa questão, se não ouviu falar, assista ao trailer abaixo:




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