Pular para o conteúdo principal

Receita: bolo de laranja


Ingredientes
♥ 3 ovos
♥ 1/2 xícara de óleo
♥ 1 xícara de suco de laranja
♥ cascas da laranja (só a parte esverdeada, mais externa)
♥ 2 xícaras de farinha de trigo
♥ 2 xícaras de açúcar
♥ 1 pitada de sal
♥ 1 colher de sopa de fermento em pó

Preparo
♥ Unte uma forma e reserve
♥ Bata no liquidificador os ovos, o óleo, o açúcar, o suco de laranja e raspas da casca por 2 minutos
♥ Depois, acrescente a farinha de trigo, o fermento e a pitada de sal, batendo por mais 5 minutos
♥ Despeje a mistura na forma, levando ao forno por 45 minutos ou até que fique dourado 
♥ Não abra o forno antes de 30 minutos.

Dicas
♥ Para saber se o bolo está no ponto, enfie a parte de madeira do fósforo no bolo, se sair limpo é porque o bolo já está pronto, se sair "melado" espere mais um pouco, pois ainda não está pronto
♥ Se quiser, pode colocar uma calda por cima do bolo depois de pronto. Para isso, basta colocar 1 xícara de açúcar e 1/2 xícara de suco de laranja numa panela e levar ao fogo até engrossar um pouco.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Leia mais: Saudade para quê?, Serginho Groisman

Existem jovens que sentem nostalgia por não ter sido jovens em gerações passadas. Saudade do enfrentamento com os militares dos anos 70, da organização estudantil nas ruas, do sonho socialista – comunista – anarquista – marxista – leninista. Ter saudade da ditadura é ter saudade de conhecer a tortura, o medo, falta de liberdade e a morte. Ser jovem naquela época era coexistir com a morte, ver os amigos ser tirados das salas de aula para o pau-de-arara, para o choque elétrico, para as humilhações. Da mesma forma, quem sente nostalgia dos anos 80 se esquece do dogmatismo limitante das tribos daqueles tempos, fossem punks, góticos ou metaleiros. Hoje, é a vez dos playboys – patricinhas – cybermanos – junkies, das raves, do crack, da segurança dos shoppings e do Beira-Mar. Um cenário que pode parecer aborrecido ou irritante para muita gente que tem uma visão romântica de outras décadas. Mas nada melhor que a liberdade que temos hoje para saber qual é a real de uma juventude e de uma soci…

As coisas de antigamente

A minha rua tinha duas árvores. Uma delas ficava no quintal do meu vizinho ruim. O vizinho era ruim, ou melhor, ainda é ruim, não a árvore. Bem, o sol sempre nascia atrás dela e de frente para a porta da minha casa e a gente nunca tinha coragem de levantar pra ver o por do sol. Por sorte, o sol se punha na parte de trás da minha casa e esse a gente sempre olhava da varanda que ainda tem no meu quarto. Bem, não no meu quarto, mas no quarto que era meu. Mas tudo bem, agora ele é ocupado por uma pessoa legal, ou pelo menos, ele parece ser legal, algumas músicas das quais escuta pelo menos são.
O fato é que agora a árvore do meu vizinho não está mais lá: o terreno nem é mais do meu vizinho ruim e a árvore foi derrubada para que o espaço no qual ela ocupava fosse agora transformado em garagem para carros. Os carros agora ocupam o lugar. E aquela árvore foi transformada em enfeite. Algumas partes dela, na verdade, porque o resto foi jogado no lixo. E também não dá mais para ver o sol nasce…

Tem alguém aí?

Eu criei o blog Sobre Asas com o intuito de escrever sobre o que eu quisesse, sem precisar de forma fixa ou de algo que não venha de mim e das minhas inspirações. Sem toda essa coisa de gramática, certo, errado, bota ou não, agrada ou não... Por isso passo, as vezes, bastante tempo sem postar e do nada volto de novo, vou e volto, vou e volto.
Mas ei! Tem alguém aí? Gostaria de saber se só eu leio meus rascunhos bobos, ou se alguém mais se interessa. Para melhorar esse projeto, talvez? Não sei. Por egoísmo? Talvez.  Porém, seria legal saber. Comenta aí? Mesmo em anônimo?
No fim, obrigada. A alguém, a ninguém, a mim.