Pular para o conteúdo principal

Entendendo o nome no blog: Sobre Asas


Criei este post exclusivamente para explicar o nome do blog, então lá vai:

Na verdade, o "Sobre asas" veio de uma inspiração: o "Sobre sagas" (um site de filmes, livros e... sagas!). Então não é uma "criação" minha, é mais uma adaptação.
Partindo da ideia de liberdade associada às "asas" e que eu acredito que a liberdade é um dos principais direitos do ser humano, resolvi colocar o nome "Sobre asas", indicando que:
a) o blog é sobre tudo, diversas coisas, com liberdade para falar sobre qualquer assunto;
b) escrever, para mim, é sinônimo disso mesmo, de liberdade. Quando estou escrevendo, posso falar sobre tudo, posso sentir tudo e viver tudo. Escrever me faz ser livre, é quando não há nada nem ninguém me impedindo de ser eu e fazer aquilo que quero. Escrever faz nascer em mim asas que podem me levar para qualquer lugar, qualquer tempo, qualquer estória; 
c) eu gostei de "sobre asas" então deixei esse mesmo. 

Bom, está aí para você que deve ter pensado "Hein? Que nome estranho!". Vale a dica: Tudo o que é estranho é mais interessante! hahaha  

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Leia mais: Saudade para quê?, Serginho Groisman

Existem jovens que sentem nostalgia por não ter sido jovens em gerações passadas. Saudade do enfrentamento com os militares dos anos 70, da organização estudantil nas ruas, do sonho socialista – comunista – anarquista – marxista – leninista. Ter saudade da ditadura é ter saudade de conhecer a tortura, o medo, falta de liberdade e a morte. Ser jovem naquela época era coexistir com a morte, ver os amigos ser tirados das salas de aula para o pau-de-arara, para o choque elétrico, para as humilhações. Da mesma forma, quem sente nostalgia dos anos 80 se esquece do dogmatismo limitante das tribos daqueles tempos, fossem punks, góticos ou metaleiros. Hoje, é a vez dos playboys – patricinhas – cybermanos – junkies, das raves, do crack, da segurança dos shoppings e do Beira-Mar. Um cenário que pode parecer aborrecido ou irritante para muita gente que tem uma visão romântica de outras décadas. Mas nada melhor que a liberdade que temos hoje para saber qual é a real de uma juventude e de uma soci…

A torre

Eu vejo uma bíblia como a base da torre, sob o chão. E depois, sem perceber, vou colocando alguns outros livros em cima dela, só para depois pegar e arrumar direito. Mas acabo não arrumando e deixando tudo lá, sem perceber. E assim vai sendo formada uma torre com livros e mais livros. A bíblia é forte o suficiente para suportar tudo o que é colocado sobre ela enquanto a torre vai crescendo cada vez mais. A bíblia é imbatível, inabalável. Porém, com o passar do tempo passo a não vê-la mais, de tão alta que a torre está: posso tocar o céu com ela, ser mais alta que a maioria das coisas ao meu redor, o que me dá a ideia de poder tudo neste mundo. E assim, vou deixando a bíblia lá, no finalzinho. Mas ela continua sendo a base, a minha base. De repente a torre está tão grande que começa a pender para os lados e me preocupo. Estava tudo tão bonito! Tão bem! O que deu errado? Busco todas as forças que tenho para sustentar a torre, mas as coisas estão desabando sobre mim e ao meu redor. Então…

Pelo time

Hoje o Brasil acordou chocado, olhos chorosos e sorrisos esquecidos após o acontecimento que esteve longe do nosso alcance e, por vezes, do nosso entendimento. Por que isso aconteceu? Por que algo tão cruel depois de uma felicidade tão grande e compartilhada? O fato é que não sabemos a resposta, mas a tragédia aconteceu. E agora? O que fazer?
Estamos chocados com o triste episódio da Chapecoense. Em um momento sorrisos e no outro lágrimas. Como algo pode mudar tão de repente? Isso só nos lembra o quanto somos pequenos diante desse universo infinito. Não podemos mudar o passado ou descobrir o futuro, mas somos capazes de ter compaixão com o outro, com aqueles 76 ou talvez mais. Com os que, por um milagre, sobreviveram.
Agora, deixo os meus sentimentos, a minha solidariedade e, acima de tudo, a minha oração. Eles foram determinados em todo o caminho que percorreram, de baixo até o topo. E hoje descansam, sorriem e se solidarizam no céu. Que Deus possa recebê-los de braços abertos, se…