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Mostrando postagens de Setembro, 2014

Assista: "Maze Runner: correr ou morrer"

Para quem, como eu, gosta de aventura, suspense de tirar o fôlego e "cidades futuristas" ou qualquer coisa que fale sobre o futuro... Este é o post certo! Se você ainda não ouviu falar sobre a saga de James Dashner, está aí! Só o trailer faz o coração vibrar, imagina o filme todo? E o livro?  Aí segue a sinopse do primeiro filme/ livro da série Maze Runner: 
"Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam "A Clareira", um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. …

Mas todo mundo tá na rua...

Lá pelas tantas da noite, minha mãe me chamava aos gritos "Menina! Venha simbora que já ta tarde!" E lá se via eu, suada, sem a cabeça do dedo do pé, os cabelos mais bagunçados do que os brinquedos na cama, correndo para chegar logo na mamãe e pedir "Mamãe! Mas todo mundo ta na rua! Deixe eu brincar mais!" e ela dizia só mais um pouco. E assim, eu voltava pra rua, as crianças das redondezas todas unidas, jogando rouba-bandeira que na verdade era "roba-bandeira", garrafão, jogava bola (mais chutando as canelas do que a própria bola), bila etc. 

Terminava o dia, a garganta doía de tando gritar "Aqui aqui aqui!!" e a mãe mandava ir tomar banho. Meu Deus! Era horrível! Cansada e toda dolorida da correria e eu ainda tinha que tomar banho?! Onde já se viu? Mamãe, não vou. Ah vai sim. Naaaaaam!! Isso não existe, não tem pra quê. Bom, tudo bem. Eu tinha que ir, era obediente, embora fosse totalmente contra a minha vontade. E começa a arder, a feridinha q…

Entendendo o nome no blog: Sobre Asas

Criei este post exclusivamente para explicar o nome do blog, então lá vai:
Na verdade, o "Sobre asas" veio de uma inspiração: o "Sobre sagas" (um site de filmes, livros e... sagas!). Então não é uma "criação" minha, é mais uma adaptação. Partindo da ideia de liberdade associada às "asas" e que eu acredito que a liberdade é um dos principais direitos do ser humano, resolvi colocar o nome "Sobre asas", indicando que: a) o blog é sobre tudo, diversas coisas, com liberdade para falar sobre qualquer assunto; b) escrever, para mim, é sinônimo disso mesmo, de liberdade. Quando estou escrevendo, posso falar sobre tudo, posso sentir tudo e viver tudo. Escrever me faz ser livre, é quando não há nada nem ninguém me impedindo de ser eu e fazer aquilo que quero. Escrever faz nascer em mim asas que podem me levar para qualquer lugar, qualquer tempo, qualquer estória;  c) eu gostei de "sobre asas" então deixei esse mesmo. 
Bom, está aí para você …

Quem eu sou

Estou em todos os lugares, transitando entre pessoas do mundo inteiro. Não, eu não sou o egoísmo ou a fofoca, mas vejo tudo e ouço mais ainda. Poderia sim trabalhar num censo internacional: sei de tudo. Matéria do dia: CAPITALISMO DESTRÓI RELAÇÕES ENTRE PAÍSES! Não. Isso não é novidade e eu não conheço nada novo que não já tenha sido conhecido um dia. Eu não seria, portanto, o jornalismo e nem ligo para isso, na verdade.       O amor está em alta! Não! Baixou. Caiu caiu caiu. O que é mesmo o amor? Ah! Pô, ta ultrapassado. Cê tá véia hein? Eu não seria a economia, não tenho paciência o suficiente para tal cargo, embora ela insista em interferir na minha existência.           Ih! Caramba! Estou perdido. Que hashtag eu seria? Quantas pessoas já curtiram minha página? Estados Unidos, Irã, Palestina, Rússia, Isra... Shhhhh! (sussurro: não posso nem citar esse nome! Estou proibido de entrar lá em 2014!) Mas vamos ser realistas né? Nem nesse ano nem nos próximos. Enquanto as infelizes da econ…

Uma Igreja, a você.

Eu desejo a você uma Igreja linda e abençoada, desejo que seja bem cuidada, carinhosa, tranquila e acima de tudo, que Deus possa realizar maravilhas nela. Desejo fazer parte dela, não assistir às celebrações apenas, mas participar delas e vivê-las. Desejo que o mal não prevaleça sobre ela, nem mesmo chegue perto. Que qualquer ideia ruim seja dissipada, que as pessoas amem estar nela e viver ela. Que sejam também bem acolhidas e que possam acolher, sem julgamento, qualquer pessoa. Pois é a morada de Deus e na casa dEle a gente deve se sentir em casa, mas não é educado só reclamar ao dono. Resmungar e dizer que a “comida” não é boa, que a “água” não presta ou que você deveria ser melhor recebido, porque aquela forma não lhe convém. Não é educado falar mal de tudo ou querer que tudo seja como você acredita que deve ser. Porque Ele vai cuidar bem dela, vai fazer tudo bem certinho: retirar a poeira, preparar a melhor comida e a melhor recepção do mundo. Vai te dar um abraço tão gostoso que…

Crônica sobre a ditadura

Fecho os olhos para 2014 e paro um instante. É o ano de 1964, dia 30 de março. Ouço por todos os lados que Jango é a favor do comunismo no Brasil, não há escapatória: quem me dirá o contrário? Passo a acreditar no que dizem. Agora é dia 01 de abril de 64. Graças a Deus a ameaça comunista se foi. Os militares estão no poder e irão colocar a ordem nesse Brasil bagunçado. Ufa! Estou aliviado! A propaganda sobre o novo governo de Castelo Branco é forte, bonita. Sorrio ao contemplá-la. Vão passando os anos e ouço que a economia vai bem, políticos corruptos são caçados e presos e as condições de vida da população é a melhor de toda a história. Fico satisfeito. Amo o Brasil! Viva ao país! Médici entra no poder depois de Costa e Silva. Tudo continua perfeito. Ando pela rua e de repente me deparo com um susto: um confronto entre os jovens e a polícia. Ouço gritos, vejo correrias, cartazes e pichações por todos os lados. A polícia consegue agarrar um jovem e bate em sua cabeça, arrastando-o em s…